Concerto no Q.Festival Portuguese Musiek

22 de novembro de 2026, 15h15 – English Reformed Church Amsterdam

Begijnhof 48
1012 WV Amsterdão, Países Baixos

PROGRAMA

Amílcar Vasques-Dias
Nocturno I “Geografia de Rebeldes”

José Vianna da Motta
Elegia (Nocturno), op. 45

Amílcar Vasques-Dias
Nocturno III “Contos do Mal Errante”

António Fragoso
Nocturno em ré bemol maior

Amílcar Vasques-Dias
Nocturno XII “Um Falcão no Punho”

Louis Andriessen
Nocturne de Souvenirs d’enfance

José Vianna da Motta
Variations sur l’Hymne de Sa Magesté D. Louis Ier, op. 43
Armas e Letras, Fantasia op. 31
Fantasia brilhante sobre a ópera “Il Guarany” de Carlos Gomes, op. 34

Compre os bilhetes aqui: https://www.q-art.nl/events/q-festival-portugese-muziek-2026-22-nov-joao-costa-ferreira-hedendaagse-portugese-klassieke-muziek/

Concerto de piano a 4 mãos no Madeira PianoFest2026

8 de novembro de 2026, 18h00 – Teatro Municipal Baltazar Dias

Av. Arriaga, São Martinho
9000-060 Funchal, Portugal

Dupla composta pelo pianista francês Bruno Belthoise e pianista português João Costa Ferreira apresentará um programa para piano a quatro mãos intitulado “Do exótico ao macabro”, com obras de Bizet (Jeux d’enfants), Saint-Saëns (Dança macabra), Victorino de Almeida (Balada para uma criança que vai nascer) e Armande de Polignac (Mil e uma noites).

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“Recital em dó sustenido menor” na Embaixada de Portugal

18 de maio de 2026, 19h00 – Embaixada de Portugal em Paris

1, Rue de Noisiel
75116 Paris, França

Sem intervalo, sem aplausos, sem interrupções, durante uma hora o público é levado numa onda crescente de tensão dramática através das mais belas e virtuosas páginas românticas de Chopin, Beethoven, Rachmaninoff e Scriabin. Tonalidade trágica por excelência, dó sustenido menor é o fio de Ariadne deste recital insólito.

“Recital em dó sustenido menor” na Paróquia Saint-Merry

10 de maio de 2026, 16h00 – Paróquia Saint-Merry

76 rue de la Verrerie
75004 Paris, França

Sem intervalo, sem aplausos, sem interrupções, durante uma hora o público é levado numa onda crescente de tensão dramática através das mais belas e virtuosas páginas românticas de Chopin, Beethoven, Rachmaninoff e Scriabin. Tonalidade trágica por excelência, dó sustenido menor é o fio de Ariadne deste recital insólito.

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